Páginas

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014


Cartas do CAPED, da Agnes Verm e Ariene Pires e Katia Kouzelis  que foram  apresentadas para a comissão pedindo que se apure os fatos ocorridos na reunião da congregação do dia 06.02.2014

Nota CAPED

NOTA DE REPÚDIO

Nós, do Centro Acadêmico de Pedagogia Cecília Meireles, viemos a público nos manifestar contrários a atitude autoritária, insensível, truculenta e apolítica do sr. Daniel Vazquez, Diretor do Campus Provisório da EFLCH.
Repudiamos a sua postura na ultima Reunião Ordinária (RO) da Congregação e lamentamos a sua atuação como Diretor Acadêmico do nosso Campus em diversos episódios. Salientamos que apenas o conteúdo do áudio da última Congregação já é lamentável e passível de repúdio, mas os relatos do que ocorreu após a reunião são inadmissíveis e precisam ser alvos de uma ação administrativa, que o sr. Daniel Vazquez responda publicamente pela sua ação desrespeitosa e insensível.
Concluímos esta nota nos solidarizando e oferecendo total apóio as estudantes do Movimento de Luta por Creche que expressam a história luta das mulheres por creches para seus filhos e filhas. Notamos neste episódio uma confluência de direitos que insistem em serem negados: o direito da criança a educação infantil, o direito da mãe de ter acesso ao espaço público com sua filha e o direito da estudante de ter pleno acesso e permanência na universidade.  


e-mail Katia para comissão 

Ola 
Estou encaminhando o seguinte post de uma colega sobre acontecimentos ocorrido  ontem.


Ariane Pires
REPUDIANTE a atitude MACHISTA do Diretor Acadêmico da UNIFESP Guarulhos hoje na Congregação. 
O sr. Daniel Vazquez tentou humilhar as alunas do Movimento de luta por CRECHE. Disse que ao levar os filhos para a faculdade, elas agem como as mães que levam filhos pros prostibulos! 
(E sim, com essas palavras. Em um ambiente cheio de testemunhas)

1. Inaceitável um sociólogo e EDUCADOR, detentor de uma carreira acadêmica extensa, comparar um campus universitário (de péssima qualidade, é certo) com um prostíbulo. 
2. Mães PROSTITUTAS são antes de tudo MULHERES - com úteros e capacidade de engravidar - e quando levam os filhos pro prostíbulo é porque não tem onde deixa-los. Assim como nossas mães de universidade na luta!
Como aluno e participante de varias frentes de luta para melhorias na UNIFESP , inclusive desta comissão de curso , que vejo como parte deste esforço para chegar a uma universidade de excelência, justa e democrática, peço que se mobilizem para apurar os fatos e tomar ações cabíveis. 

Grata
Katia


carta da Agnes 

Minha experiência e da Anna Julia na congregação do dia 06-02-2013. 

Eu sou representante discente eleita pelos estudantes do Campus de humanidades da universidade federal de São Paulo. Na última reunião da congregação minha filha estava no campus pois após essa reunião teria uma apresentação de teatro, na disciplina sobre histórias da ditadura para crianças, elaborada por estudantes. O movimento de creche da Unifesp através do convite dos estudantes convidou em sua página as crianças para assistirem. 

Antes da peça fui para a reunião da congregação e levei minha filha, ela esta no período de férias escolar, mas algumas vezes já teve que ir para a universidade comigo pois no município de Guarulhos, as creche atendem as crianças somente quatro horas (isso é o horário de uma aula). A mais de um ano, desde da greve de 2012 o movimento estudantil pauta uma creche como a garantia do acesso e permanência principalmente das mães-trabalhadoras na universidade. 

As outras mães e responsáveis das crianças que brincavam com minha filha também foram assistir a congregação, reunião que é aberta para a comunidade. No momento em que entramos na reunião começou um debate de que as crianças não poderiam ficar naquele espaço pois elas estavam sendo expostas, É com essa afirmação eu concordo, pois elas passaram a ser expostas e de forma muito violenta quando alguns professores começaram a gritar e chamar as mães de irresponsáveis pelas crianças estarem naquele local, assim como quando o Diretor Acadêmico começou a cogitar a possibilidade de terminar a reunião por conta da presença das crianças, foi realmente uma exposição. Além disso quando eu perguntei: Então a ideia é que eu, Representante discente saía deste espaço pois minha filha não pode ficar nele comigo? As argumentações vinham no sentido de que se eu não pudesse estar naquele espaço que convocasse o meu suplente. Eu concordo de que outras pessoas além da mãe podem e devem ser responsáveis com o cuidado das crianças mais acontece que vivemos em uma sociedade machista que responsabiliza as mães com o trabalho do cuidado quase que 100%. Além disso temos um Estado junto as suas instituições que não garantem o acesso ao direito de forma universal, ou seja, se você não é homem, branco, heterossexual, e pertencente as classes dominantes não tem acesso aos direitos humanos mínimos. 

Nesse sentido, as mães-trabalhadoras-estudantes ( e solteira) como e meu caso tem que ficar fazendo malabarismos para realizar sua tripla jornada e além disso conseguir pautar algo que já esta em nossa constituição que é as crianças tem o direito à educação! 

Bom dado o cenário da congregação onde temos uma ampla maioria de professores 70%, 15% de funcionários e 15 % de estudantes. A reunião foi encerrada pela presença das crianças. Com essa ação me sinto coagida a não fazer parte deste espaço, que é público porque sou mãe. Além disso a exposição criada para as crianças no ambiente foi bem violenta, na minha opinião. Algumas pedagogas, argumentaram que o clima é muito hostil para crianças e que por isso não seria adequado, eu concordo depois de ver o comportamento agressivo de alguns professores. Mas para além disso, quero ressaltar que minha filha não vive numa bolha e nossa sociedade é e cada vez mais se torna violenta, infelizmente tinham crianças também no pinheirinho. Infelizmente crianças que estavam presentes estavam no 14 de Junho quando a polícia entrou no Campus atirando e jogado bombas. Infelizmente crianças presentes não tem direito à educação, à moradia, à saúde e etc etc...e estão sendo retirados (e não podemos esquecer que as remoções acontecem por ninguém menos que a polícia militar) do lugar onde sempre viveram com seus país porque quem decide pela cidade é....Nunca somos nós!!!Sim, nosso Estado é muito violento e imoral!!

Depois de alguns minutos, subi para ver quando seria a próxima reunião encontrei o Daniel Vazquez no corredor com mais três professores. Perguntei a ele quando seria a próxima reunião? Ele pediu licença para fazer uma explicação, pois já havia sido meu professor: E disse: Vocês trazerem as crianças para a congregação é a mesma lógica que os pais que levam os filhos para um puteiro (explicando que não era apropriado). Eu perguntei: Você esta relacionando a congregação a um puteiro? Ele disse: Não, estou exagerando o exemplo para você entender!! 

Enfim, não entendi o exemplo. Mas o achei extremamente absurdo! Concordo que as crianças tem direito de fazer outras coisas, como brincar, correr, desenhar entre outras coisas. Justamente por isso estavam devidamente equipadas com brinquedos de mão, papéis e lápis de cor, e livros. Eu entendi que ele estava relacionando lugares inapropriados para crianças. Mas ainda me fica essa pergunta: A congregação que estava ocorrendo em uma sala de aula é esse lugar? 

Ah, com certeza conversei com minha filha para saber como ela ficou, se estava se sentindo mal e tal, porque eu estava e muito. Ela me disse: Eles não queriam que eu ficasse na reunião, né? Eles são muito chatos!!!
E claro que dentro de toda essa conjuntura, sem dúvida a quem diga: essas mães, ao invés, de ficarem em suas casas trancadas com seus filh@s, para dar lhes segurança e proteção, no imaginário carro blindado e condomínio fechado, querem se expor e expor seus filh@s...Oi? Sim, somos mulheres públicas algum problema?


Tudo sobre o NOVO Regimento Interno da Pro Reitoria de Graduação ...segue link onde pode ser baixado 


http://www.unifesp.br/prograd/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1916:regimento-interno-da-pro-reitoria-de-graduacao&catid=1:noticias-prograd&Itemid=100024

Após consulta pública da minuta do Regimento Interno da Pró-Reitoria de Graduação - ProGrad para toda Comunidade UNIFESP, no período de 16/07/2013 a 31/08/13, e após ampla discussão em reuniões do Conselho de Graduação - CG realizadas no período de 19/09/2012 a 06/03/2013 a versão final do Regimento foi aprovada em 30/10/2013 no Conselho de Graduação.
Conforme deliberação do Conselho de Graduação, informamos que este Regimento entra em vigor no início do ano letivo de 2014, conforme disposto em calendário acadêmico, sendo revogadas todas as disposições em contrário.


Destaque para .

Seção IV
Da Avaliação Acadêmica
Art. 89. A aprovação do estudante em uma determinada UC deverá ocorrer seguindo-se os critérios
descritos no projeto pedagógico, definidos pela frequência mínima e seu aproveitamento
acadêmico.
§1º A frequência será contabilizada em relação à carga horária da UC definida na matriz curricular.
§2º Os estudantes que não cumprirem a frequência mínima exigida estarão reprovados,
independentemente de nota.
§3º Nos casos em que a avaliação do aproveitamento acadêmico se der por notas, estas serão
atribuídas em uma escala de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), computadas até a primeira casa decimal.
Art. 90. As formas de avaliação da aprendizagem, definidas no plano de ensino da UC, devem ser
comunicadas aos estudantes pelo docente responsável quando do início da mesma.
Art. 91. Nos casos de UC cujo aproveitamento é definido por nota, além de cumprir a frequência
mínima, os estudantes que obtiverem:
I - nota inferior a 3,0 (três) estarão reprovados, sem direito a Exame;
II - nota entre 3,0 (três) e 5,9 (cinco inteiros e nove décimos) terão que se submeter a Exame;
III - nota igual ou maior que 6,0 (seis) estarão automaticamente aprovados.
Art. 92. No caso de o estudante realizar Exame, a nota final para sua aprovação na UC deverá ser
igual ou maior a 6,0 (seis) e seu cálculo obedecerá a seguinte fórmula:
Nota final = (Média da UC + Nota do Exame) /2






ATA DE REUNIÃO CONJUNTA DA COMISSÃO DE CURSO, NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE E GT DE AVALIAÇÃO – PEDAGOGIA

DATA: 28/01/2014 INÍCIO: 17h30 TÉRMINO: 19h30
Local: Sala 324

PAUTA


Informes 
- Calendário PROGRAD (documento anexo)



-

- Foi chamada a atenção para as datas de início, finalização e dos dias letivos e não letivos no período da copa.
Ordem do dia
DECISÕES/PROVIDÊNCIAS
- Aprovação da Ata 17-12

Aprovada
- Definição das datas das reuniões da Comissão de Curso e do NDE para o primeiro semestre de 2014.

Foram estabelecidas as seguintes datas para o primeiro semestre de 2014: 18-02; 18-03; 15-04; 20-05; 10-06 e 14-05.
- Definição do desenho e confirmação do dia da avaliação do Curso pelos alunos.

Foi retomada a questão da organização das salas no dia da avaliação. Os alunos representantes informaram que se reuniram com outros alunos e prevaleceu a sugestão de que os grupos formados deveriam ser mistos, ou seja, com alunos de vários termos. Os presentes discutiram e concordaram com essa proposta. Foi confirmada a data para a avaliação geral no dia 14-05-2014.
Foi estabelecido também que alunos fariam parte do GT de avaliação - os que participaram da atividade experimental - em número correspondente ao número das salas. Quanto ao número das salas em que ocorrerá a avaliação, foi solicitado pelos alunos que os grupos fossem menores e, portanto, houvesse mais de quatro salas por período. Foi acordado, em função do número de professores disponíveis para a atividade de avaliação, que haveria 07 salas, cada uma, com 01 professor e 01 aluno para realizar a atividade de avaliação. O aluno representante, Daniel, se incumbiu de identificar os alunos voluntários.

- Confirmação da data de 18-02 para a reunião preparatória do planejamento 2014 (18 e 19-03).

Foi confirmada que no dia 18-02 seria realizada a reunião preparatória da avaliação do curso pelos professores
- Proposta para a recepção dos calouros.

Demos início à discussão. Foi sugerido o nome de um palestrante para a aula inaugural – Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo direito à Educação. Foi discutido também que os professores poderiam se apresentar e apresentar os respectivos programas já na primeira semana de aula. A discussão não foi finalizada em função do tempo. Os pontos deveriam ser apresentados na próxima reunião do Colegiado.
- Análise de pedido de alunos



- Formação de um grupo para a atualização dos documentos do Curso de Pedagogia.

Não houve tempo para tratar desse ponto.









MEMBROS PRESENTES E APROVAÇÃO:

CLAUDIA VOVIO

DANIEL CERQUEIRA CIASCA

ISABEL MELLERO

JERUSA VILHENA DE MORAES (ausência justificada)

JOÃO DO PRADO FERRAZ CARVALHO (ausência justificada)

KATIA KOUZELIS

LUCILA PESCE

ROSARIO S. GENTA LUGLI

REGINA CÂNDIDA ELLERO GUALTIERI

UMBERTO ANDRADE PINTO (ausência justificada)



Obs. Nesta reunião, contamos com a presença do aluno Luiz Paulo Ferreira Santiago que integrará o grupo de avaliação do Curso.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

70 anos do curso de pedagogia no Brasil: uma análise a partir da visão de dezessete pedagogos primordiais





http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302009000400013&nrm=iso&tlng=pt


O estudo proposto
A pesquisa desenvolvida investigou a trajetória e a visão de um grupo de dezessete pedagogos, considerados primordiais, sobre o início do Curso de Pedagogia no Brasil e as mutações por ele sofridas, para analisar as implicações, resistências e avanços na evolução desse curso e sua importância no contexto do campo acadêmico.



        Houssaye (2004, p. 10). 
Por definição, o pedagogo não pode ser um puro e simples prático nem um puro e simples teórico. Ele fica entre os dois, ele é o entremeio. A relação deve ser permanente e irredutível ao mesmo tempo, pois o fosso entre a teoria e a prática não pode senão subsistir (ver Soëtard, 1981). É essa fenda que permite a produção pedagógica. Por conseguinte, o prático, em si mesmo, não é um pedagogo, na maioria das vezes é um usuário de elementos, coerências ou sistemas pedagógicos. Mas o teórico da educação, como tal, também não é um pedagogo, pois não basta pensar o ato pedagógico. Só será considerado pedagogo aquele que fizer surgir um plus na e pela articulação teoria-prática em educação. Esse é o caldeirão de fabricação pedagógica.

Avaliação de cursos de Pedagogia ....como estamos ?

Como é feito o Ranking Universitário Folha

http://ruf.folha.uol.com.br/2013/comoefeitooruf/


Avaliação do mercado http://ruf.folha.uol.com.br/2013/rankingdecursos/pedagogia/avaliacao_de_mercado.shtml
Avaliação do ensino
http://ruf.folha.uol.com.br/2013/rankingdecursos/pedagogia/avaliacao_de_ensino.shtml
109ºUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)SP-745º

Universidade de São Paulo (USP)SP100
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)SP99,58
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)SP99,58
Universidade de Brasília (UNB)DF98,74
Universidade Federal do Paraná (UFPR)PR98,74
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)PE98,74
Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)RJ98,74
Universidade Federal Fluminense (UFF)RJ98,74
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)RJ98,74
Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE)SP98,74
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP)SP98,74
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)MG98,74
Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)PR98,74
Universidade do Estado da Bahia (UNEB)BA98,74
Universidade Estadual do Vale do Acaraú (UVA)CE98,74
Universidade Estácio de Sá (UNESA)RJ98,74
Universidade Federal de Goiás (UFG)GO98,74
18ºUniversidade Federal de Viçosa (UFV)MG92,86
18ºUniversidade Federal de Uberlândia (UFU)MG92,86
18ºUniversidade Estadual de Maringá (UEM)PR92,86
18ºUniversidade Federal da Paraíba (UFPB)PB92,86
18ºUniversidade Federal de Santa Catarina (UFSC)SC92,86
18ºUniversidade Federal do Pará (UFPA)PA92,86
18ºUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP)SP92,86

Ata 17/12/2013

Ata de 17/12/2013


Informes
- Novos representantes de alunos na Comissão de Curso



- Questionamento do aluno 

- Apresentação dos dois novos representantes eleitos de alunos na Comissão de Curso – Daniel Cerqueira Ciasca e Katia Kouzelis. Daniel informou ainda que haverá nova eleição para a vaga discente que ainda não foi preenchida.


Ordem do dia
DECISÕES/PROVIDÊNCIAS
- Aprovação da Ata 19-11

Aprovada
Análise do pedido ....
Foram analisados os documentos que seguiram com o pedido e verificada a adequação de todos eles.
Aprovado
- Análise do pedido ....

- Análise do plano de atendimento das demandas de Gradução do 

- Carga Horária das Atividades Complementares para participantes da avaliação piloto (ocorrida em 07-12 com duração de três horas e meia)

Foi determinado que essa carga horária fosse de 10 horas. O cálculo ocorreu com base no fato de a avaliação ter ocorrido em um sábado e que demandaria algum trabalho ulterior para revisão do material produzido.
- Análise da Avaliação piloto -07-12 e definição do relatório

A partir do material elaborado pela aluna Cleide Santos Cardoso Lima, presente na reunião, alguns pontos foram discutidos. O principal deles é que os participantes têm de ser orientados a produzir frases completas (e não apenas palavras) para evitar informações/críticas vagas. Outro aspecto diz respeito à formação do grupo de avaliadores: no piloto, o grupo era misto, formado por alunos e vários termos. Discutiu-se se isso seria repetido na avaliação em maio. Esse segundo aspecto ainda não foi definido e será retomado na próxima reunião.
- Planejamento 2014 (18 e 19-03) - indicativo de data para reunião de preparação prévia 
Foi estabelecido o dia 18-02-2014 para a reunião preparatória da avaliação.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

leitura para as ferias .....para refletir

http://porvir.org/porfazer/matriculas-entre-negros-pardos-ensino-superior-avancam-tres-vezes-mais-total-de-alunos/20131031


http://porvir.org/porfazer/projeto-ancora-se-inspira-na-escola-da-ponte/20120810





Onde estão as principais barreiras para inovar? Nas escolas, entre professores, governantes, pais ou alunos?
A mudança em educação é um processo complexo e moroso: para grandes metas, pequenos passos. Urge buscar uma escola do conhecimento e abandonar um ensino meramente transmissivo, fomentar a organização do acesso à informação e a aprendizagem do uso do conhecimento.
A mudança das instituições passa pela transformação das pessoas que as mantêm. Estabeleça-se uma práxis pautada numa ética da responsabilidade e numa relação dialógica. Que se recusem ideias feitas e se escape à síndrome do pensamento único.
A formação dos professores é deficiente. As escolas são geridas numa racionalidade administrativa e burocrática. Mas o principal obstáculo é o professor, quando assume que o ato de educar é um ato solitário, quando recusa reelaborar a sua cultura pessoal e profissional, no exercício da convivencialidade.